Em meio à crise, como transformar sua carreira?

Não há dúvidas de que esta crise veio para transformar o mundo e, principalmente, as relações humanas, especialmente a relação empresa – colaborador, líder e equipe, e vice-versa.

Forçadamente as empresas tiveram que se adequar, ou melhor, se reinventar.


Vejam quanta gente pode perfeitamente trabalhar remotamente!

Isso significa menor custo operacional para as empresas, menos burocracia, maior autonomia e maior facilidade em medir a produtividade do time (isso mesmo!), que aumenta proporcionalmente ao nível de satisfação e felicidade no trabalho.

Talvez aquelas empresas mais tracionais ainda demorem um pouco para se render ao novo modelo de trabalho, mas as pessoas gradativamente as farão evoluir, caso contrário elas terão que enfrentar um alto turnover e queda no índice de qualidade do seu produto e/ou serviço.

Se pararmos para analisar, esta transformação abrupta que tivemos por conta do COVID-19 já estava em curso, mas de maneira lenta.


Quando abordávamos questões como gestão mais humanizada, mais colaborativa, integração de times, liderança criativa e participativa, estávamos instigando as empresas e seus gestores a desatar nós que não faziam mais sentido existir.


Mas, e agora?


Agora como profissionais “conquistamos” autonomia e assumimos muito mais responsabilidade.

Agora é pensar que as empresas vão olhar para os profissionais de outra forma. O nível de exigência vai aumentar, a régua vai subir, e o mercado valorizará pessoas que sejam disruptivas em sua atuação, e que tratem sua carreira sem mimimi.

Nos últimos quatro anos focando em desenvolvimento de equipes tenho orientado as pessoas a olharem para o horizonte e a tomar as rédeas de suas carreiras, sem criar aquela dependência emocional das organizações. Cada um de nós precisa agir com protagonismo, criar oportunidades e valor com o seu trabalho.

O primeiro passo é, sem dúvida, o autoconhecimento, em seguida vem os objetivos de carreira, os planos de ação, as estratégias para atingir metas, o Networking, uma possível mentoria, muito estudo, dedicação e ação.

Veja, não é simples, mas o que você fará pela sua carreira é exatamente o que você faria em seu emprego para alcançar as metas definidas pela organização.

Fazer mais do mesmo ou fazer o mesmo que a grande maioria talvez não traga o tão esperado resultado, a conquista daquele sonho.

Mas pensar que, por exemplo, eu como líder poderia estar gerenciando duas diferentes operações, exercendo um papel mais estratégico, com foco em desenvolvimento e resultado, com mais liberdade criativa e, sem escravidão ao relógio, certamente agregaria muito mais para a empresa, para as equipes e para mim mesmo. Bem, este seria o “o que”. O próximo passo seria estruturar o “como”.


E para você? Qual seria o modelo de trabalho ideal?


É importante saber o que faz mais sentido para você. Só assim fará sentido para a empresa também tê-lo como talento.


Pense nisso!


Um abraço!

Luana Vieira

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